domingo, 7 de novembro de 2010

Steve Mason's West Virginia

 
 

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Photographer Kent Mason talks about some of West Virginia's most outstanding natural areas and what photography means to him.

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Aulas para eurodeputados sobre redes sociais

 
 

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Este Inverno, o Parlamento Europeu vai organizar uma série de aulas sobre redes sociais para eurodeputados. Num momento em que mais de 167 milhões de cidadãos europeus têm um perfil activo no Facebook, as aulas sobre redes sociais podem ser extremamente úteis na criação de um espaço público europeu, sublinham os organizadores. Edite Estrela, Damien Abad, Sonia Alfano e Raül Romeva i Rueda, são deputados particularmente activos em diversas redes sociais e explicaram-nos porquê.

Fonte : © Parlamento Europeu

 
 

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Segundo Imazon, em setembro de 2010, a Amazônia perdeu 170 km2 de floresta

 
 

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via Portal EcoDebate de admin em 03/11/10

Segundo Imazon, em setembro de 2010, a Amazônia perdeu 170 km2 de floresta

Em setembro de 2010, a Amazônia perdeu 170 quilômetros quadrados (km²) de floresta, de acordo com os números do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), divulgados ontem (3) pela organização não governamental (ONG) Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). O ritmo de derrubada foi 21% menor que o registrado pelos satélites em setembro do ano passado.

Em agosto, o Imazon também tinha apontado tendência de queda do ritmo de desmatamento na região. Em 2010, a derrubada em agosto foi 23% menor que no mesmo mês de 2009.

Mato Grosso liderou o desmatamento em setembro, com 81 km² de florestas a menos (48% do total de desmatamento). O Pará vem em segundo lugar, com 31 km² desmatados, seguido por Rondônia (23 km²), Amazonas (19 km²) e Acre (12 km²). Em Roraima e no Tocantins, os satélites do Imazon registraram apenas 2 km² de novos desmatamentos em cada estado.

Além do corte raso (desmatamento total de uma área), o sistema do Imazom também registra a degradação florestal, que inclui florestas intensamente exploradas pela atividade madeireira e (ou) queimadas. Em setembro, a degradação avançou por 500 km², área 147% maior que a registrada no mesmo mês de 2009.

O monitoramento oficial do desmatamento na Amazônia é feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que ainda não divulgou os números de setembro. Este mês, o Inpe também deve anunciar a taxa anual de desmatamento. A expectativa do governo é que o número seja o menor dos últimos 21 anos e fique em torno de 5 mil km².

Reportagem de Luana Lourenço, da Agência Brasil, publicada pelo EcoDebate, 04/11/2010

Nota do EcoDebate: para acessar o relatório Boletim Transparência Florestal Setembro de 2010, no formato PDF, clique aqui.

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Ambientalistas questionam aumento da mistura de etanol na gasolina da Alemanha

 
 

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via Portal EcoDebate de admin em 04/11/10

biocombustíveis

Berlim planeja dobrar para 10% a taxa de etanol a partir de 2011. Ambientalistas criticam: uso de terras na produção de biocombustíveis resulta em muito mais CO2 do que o economizado no tráfego de veículos.

A partir de janeiro de 2011 será comercializada na Alemanha gasolina com até 10% de bioetanol, no interesse do clima global. O novo tipo de combustível se chamará E10, sendo oferecido paralelamente aos já existentes.

Ao divulgar a decisão em Berlim nesta quarta-feira (27/10), o ministro do Meio Ambiente, Norbert Röttgen, declarou: "Com o aumento do biocombustível de origem vegetal queremos reduzir a emissão de CO2 pelos automóveis e assim também preservar as reservas de petróleo, cada vez mais escassas".

Atualmente, a taxa máxima permitida de etanol na gasolina é de 5%, e o combustível E5 ainda será fornecido na Alemanha até 2013. A introdução do E10 no mercado responde a uma decisão da União Europeia, precisando ainda ser submetida à votação pelo Bundesrat (câmara alta do Parlamento alemão), prevista para meados de dezembro. Porém a aprovação já é dada como certa.

Dúvidas ambientalistas

A confederação ambientalista Nabu (Naturschutzbund Deutschland) expressou reservas quanto à medida. "O balanço ecológico e climático do etanol extraído de plantas ricas em açúcar ou amido é altamente controverso", declarou a organização. As principais fontes do etanol são o milho e a cana-de-açúcar.

"A transformação de florestas, pastos ou terrenos baldios em terras aráveis pode resultar na liberação de muito mais dióxido de carbono do que será mais tarde economizado com os biocombustíveis. Por isso, o E10 é o combustível errado na hora errada."

A Comissão Europeia discute intensamente as consequências negativas do remanejamento de terras para a política de proteção ao clima. Existem grandes dúvidas sobre a capacidade do etanol e do biodiesel de reduzir as emissões de CO2 no tráfego, acrescentou o Nabu.

90% de compatibilidade

A meta de Berlim é que, até 2020, 10% de toda a energia consumida no tráfego provenha de plantas. Durante uma época, os biocombustíveis foram aclamados como elemento essencial para a proteção do clima global.

Em 2008, o então ministro alemão do Meio Ambiente Sigmar Gabriel se empenhou para que fosse adicionada uma maior percentagem de biocombustível à gasolina no país. Mas ele teve que suspender seus planos diante dos temores de que os veículos venham a sofrer danos com a alteração da gasolina.

Segundo dados do Ministério do Meio Ambiente, 90% dos automóveis movidos a gasolina atualmente em circulação aceitam sem qualquer problema a mistura de 10% de bioetanol. Ainda assim, o ministério recomenda que se confira com a montadora antes do primeiro abastecimento.

Na segunda semana de outubro, o governo norte-americano autorizou a elevação da proporção de bioetanol de 10% para 15%, assegurando que os veículos construídos a partir de 2007 estariam aptos à mudança. No entanto, diversos postos de abastecimento ainda se mostram reticentes quanto à medida.

AV/dapd/afp/dpa
Revisão: Alexandre Schossler

Matéria da Agência Deutsche Welle, DW-WORLD.DE, publicada pelo EcoDebate, 05/11/2010

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Empresa responsável por acidente tóxico vai compensar vítimas

 
 

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via Revista Meio Ambiente de Manuela Alegria em 19/10/10

Budapeste, 18 out (EFE).- A empresa proprietária do dique de acumulação de lama tóxica que há duas semanas causou um vazamento na Hungria pagará 5,5 milhões de euros às vítimas da pior catástrofe ambiental do país, em prazo de cinco anos. O presidente da companhia, Lajos Tolnay, confirmou o pagamento das indenizações e assegurou que não [...]

 
 

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